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Antitransglutaminase: entenda como funciona o diagnóstico da doença celíaca!

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doença celíaca é autoimune e se caracteriza por uma inflamação crônica no intestino. Nos celíacos, os resíduos do glúten atingem a parede intestinal e isso estimula uma reação do sistema imunológico que ataca as células da parede do intestino. Em longo prazo, as vilosidades presentes nessa camada do intestino se atrofiam causando a má-absorção de nutrientes dos alimentos.

Alguns exames podem confirmar a hipótese de doença celíaca levantada após análise dos sintomas. O principal deles é o antitransglutaminase.

Você conhece esse exame? Então confira o post que preparamos para sanar suas dúvidas.


Quais são os sintomas?

O primeiro passo para realizar o diagnóstico da doença celíaca é observar os sintomas.

Os celíacos podem não apresentar nenhum sintoma e ainda assim desenvolver complicações devido à doença. Contudo, caso haja algum, podem ser esses:

  • anemia por deficiência de ferro;
  • fadiga;
  • dores ósseas e articulares;
  • artrite;
  • perda óssea ou osteoporose;
  • doenças autoimunes;
  • alterações no comportamento (irritabilidade, depressão, ansiedade);
  • dormência e formigamento nas mãos e pés;
  • convulsões;
  • falta de apetite;
  • ausência de menstruação por longos períodos;
  • infertilidade ou abortos espontâneos;
  • úlceras;
  • lesões na pele;
  • diarreia;
  • flatulência;
  • distensão no abdômen;
  • perda de peso ou dificuldade para engordar;
  • dor abdominal;
  • queda de cabelo.


Como funcionam os testes sorológicos?

Os testes sorológicos — que estudam a imunidade pelo soro — possibilitam o diagnóstico rápido de formas atípicas ou assintomáticas da doença. Além disso, a combinação de diferentes testes sorológicos evita métodos invasivos de diagnóstico e permite o monitoramento da adesão do paciente à dieta sem glúten.

Para diagnosticar a doença celíaca, são utilizados estes testes:

  • antitransglutaminase (TTG) IgA e/ou IgG: é muito sensível e específico para o diagnóstico da doença;
  • antigliadina (AGA) IgA e/ou IgG: utilizado em crianças menores de 2 anos, que ainda não produzem anticorpos anti-TTG;
  • antiendomísio (EMA) IgA: confirma o resultado positivo do teste antitransglutaminase.


O que é antitransglutaminase?

A transglutaminase tecidual (TTG) está entre as famílias de enzimas que necessitam de cálcio e que catalisam a formação de proteínas. A TTG está extensamente distribuída nos órgãos do corpo humano, e atua na matriz extracelular e na reparação tecidual, assim as gliadinas presentes no trigo servem de base para sua reação.

Quando há um dano tecidual — no caso da mucosa intestinal das pessoas com doença celíaca não tratada — os níveis de TTG aumentam. É válido mencionar que a antitransglutaminase é considerada um importante marcador sorológico tanto para diagnóstico da doença celíaca quanto para monitorar o tratamento, já que seus valores normalizam de 6 a 12 meses após iniciada a dieta sem glúten.


Qual a precisão do antitransglutaminase no diagnóstico da doença celíaca?

O risco de doença celíaca para quem possui deficiência de IgA é 10 a 20 vezes maior do que o da população normal. Por isso, o anti-TTg IgG deve ser destinado a quem tem suspeita de doença celíaca e deficiência de IgA, pois, quando não há deficiência, sua especificidade e sua sensibilidade são menores que do anti-TTG IgA.

O resultado positivo no exame de sangue para os anticorpos antitransglutaminase IgA deixa clara a existência de doença celíaca, uma vez que se verificou o positivo entre 95 a 99% dos pacientes que sofrem com a enfermidade.

Os anticorpos anti-TTG IgA exibem sensibilidade de 94% e especificidade de 98,7%. Por causa da sua sensibilidade superior, o anti-TTG IgA é o teste mais recomendado para o diagnóstico preciso da doença celíaca.


Há algum teste genético?

O teste genético é utilizado como uma possibilidade de aumentar a ocorrência de um diagnóstico preciso. É importante salientar que os testes sorológicos e de HLA (genético), são apenas sinalizadores que o paciente seja celíaco. A biópsia é que complementa os exames e fecha o diagnóstico.

Hoje, sabe-se que quase todas as pessoas com a doença celíaca são portadoras de, pelo menos, dois alelos: HLA-DQ2 ou HLA-DQ8, e a sua presença pode ser detectada por meio da genotipagem.

Portanto, a presença dos marcadores DQ2 e DQ8, do grupo HLA-DQ está ligada à doença celíaca e a ausência destes dois marcadores genéticos tem um valor preditivo negativo de 99%, ou seja, praticamente exclui a possibilidade de doença celíaca.


Para que o teste genético serve

O teste de HLA serve para excluir a possibilidade da doença nos seguintes casos:

  • em pacientes sintomáticos, mas sorologia e/ou biópsia foram inconclusivas;
  • em pacientes sintomáticos que não responderam a uma dieta sem glúten;
  • quando o paciente está sob uma dieta livre de glúten (dieta e tratamento podem influenciar os resultados da biópsia);
  • quando existe forte suspeita de doença celíaca mesmo após testes sorológicos negativos.

Ter o potencial genético não significa que você vai desenvolver a doença celíaca (40% da população tem um ou ambos os genes necessários, mas apenas 1% da população tem a doença celíaca). O teste genético fornece mais informação para um diagnóstico preciso, principalmente quando ele não é claro o suficiente.


Como se dá o diagnóstico final?

Feitos os testes sorológicos e verificados os resultados positivos, o paciente pode ser encaminhado para uma biópsia. O procedimento é realizado para que o médico finalize o diagnóstico com precisão.


Biópsia

A biópsia é muitas vezes, vista com certa desconfiança pelos pacientes, como se fosse algo doloroso, arriscado e difícil. Entretanto, isso não é verdade e quanto mais há a colaboração do paciente, mais o procedimento é facilidado.

Os riscos, por sua vez, existem como em qualquer outro tipo de procedimento como este, mas são mínimos quando realizado por uma equipe hospitalar experiente. Por isso a necessidade de procurar bons profissionais. Ao analisar os prós e os contras, há mais vantagens do que desvantagens.

Além disso, o fragmento do intestino retirado permite uma melhor avaliação das lesões. Estas se referem à mucosa do intestino, onde o normal é existir vilosidades (múltiplas saliências), que estão ligadas à absorção dos nutrientes dos alimentos.

O fragmento obtido vai mostrar exatamente como estão essas vilosidades, se de forma menos ou mais regular. Na pessoa celíaca sem tratamento, essas vilosidades tendem a desaparecer por completo, resultando em uma forte inflamação no local. E, quando retirado o glúten completamente da alimentação, essas alterações melhoram.

Alguns especialistas sugerem que a biópsia seja dispensada quando o resultado de anti-TTG IgA seja superior a 10 vezes o valor de corte do teste, pois esse valor significaria 100% de especificidade para doença celíaca.

Como a doença celíaca se manifesta em crianças?

As crianças com doença celíaca podem apresentar perda de peso, baixa estatura para sua idade, diarreia, vômito, anemia e barriga inchada. Importante ressaltar que existem quadros não clássicos, que são monossintomáticos, em que um desses sintomas aparece isoladamente, como baixo peso ou intestino preso, por exemplo.

Geralmente, os primeiros sintomas de doença celíaca desenvolvem na infância, entre 1 e 3 anos de idade, quando a criança começa ingerir alimentos sólidos em que está presente o glúten.


Diagnóstico infantil

Caso exista alguma desconfiança que a criança tenha sinais de doença celíaca, leve a uma consulta com o pediatra de sua confiança. Levantando a hipótese da doença, deve-se iniciar uma investigação para conclusão do diagnóstico. A investigação, geralmente apresenta três passos:

  • histórico familiar da doença;
  • exame de sangue;
  • biópsia do intestino delgado por endoscopia.


Como tratar a doença celíaca?

O único tratamento que existe para eliminar os transtornos e evitar complicações é retirar o glúten da dieta. Não existe procedimentos específicos para a doença, tampouco medicamentos.

Um nutricionista pode ajudar nas dúvidas sobre a dieta restrita e na substituição de alimentos. Farinha de arroz, mandioca, milho são boas opções de substituição. A indústria alimentícia é obrigada a informar nos rótulos dos produtos sobre a presença ou não do glúten, o que ajuda na hora da escolha dos alimentos.

Após retirar por completo o glúten da dieta, a mucosa do intestino começa a se recuperar, e após 1 ou 2 anos o celíaco tem uma recuperação completa do intestino.

O diagnóstico precoce — dado pelo exame antitransglutaminase — auxilia na melhoria da qualidade de vida do celíaco e reduz os riscos da doença não tratada em longo prazo.

Você quer saber mais a respeito? Então, leia o artigo: “O que é a doença celíaca?” e tenha mais informações.


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